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Blog do Cefas

10/09/2014
Interatividade já!


Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço. Esse conhecido ditado pode ser aplicado para a atividade publicitária e a utilização, pelas agências, da ferramenta interatividade. Apesar de receitar esse procedimento nas estratégias de planejamento para seus clientes, as empresas de propaganda não interagem com seu público, que não é no presente caso público-alvo, mas o grande público.

 

Não interagem com a população, com leitores, telespectadores, ouvintes e internautas, sobre como eles avaliam a informação, o anúncio, que lhes é fornecido, quase que compulsoriamente, todos os dias.

 

Hoje, blogs, sites, telejornais e outros programas de TV, radialistas e até mesmo jornais impressos colocam seus endereços de redes sociais – e o whatsapp é o mais utilizado agora – para recebem opiniões, sugestões e até mesmo pautas para reportagens de seus respectivos públicos. O meio jornalístico é um dos grandes beneficiados. Ao invés de simplesmente postar no Youtube, a pessoa, ao deparar com uma cena curiosa ou de impacto, filmam ou gravam, e encaminham para os veículos de comunicação. Sobretudo na área policial, essa informação repassada às redações de TVs, rádios e jornais acaba se tornando uma grande arma no combate à criminalidade.

 

Bem, toda essa lenga-lenga para questionar: por que as agências de publicidade ainda não interagem com a população? Motivo? Buscar críticas, sugestões, e, como ocorre nas redações de jornais, rádio e TV, ser municiado de conteúdo para as próximas campanhas de seus clientes.

 

Até hoje as campanhas publicitárias utilizam apenas, como ferramenta para captar impressões, pensamento e comportamento do público, as pesquisas realizadas pelos institutos especializados nessa ou naquela área.

 

Não seria mais apropriado, e com mais resultados práticos, que uma agência, ao invés de anúncios institucionais, não colocassem na mídia peças de interatividade com o público? Perguntas sobre temas relevantes e que fazem parte do dia a dia da população? Religião, política, esportes, saúde, habitação, educação, alimentos, lazer – ufa! -, os assuntos são muitos, e as agências conhecem pouco, ou quase nada, do que pensam mineiros e brasileiros sobre a realidade que os cerca. Até mesmo perguntas inocentes (o que é um bom anúncio? De qual comercial você não está gostando? O que está faltando em nossa publicidade?) poderiam ser feitas por uma entidade de classe, com os resultados repassados às agências, como insumos para seus departamentos de criação e planejamento. Acredito, inclusive, que os veículos poderiam ser aliados nessa estratégia com a população, cedendo espaços gratuitos para essas campanhas de interatividade com o público.

 

Afinal, todos saem ganhando com essa interação e parceria com o consumidor...

 

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Marco
10/09/2014
Marco
Exatamente Cefas.
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